Santidade

Apocalipse 2.18-29.

A igreja de Tiatira era uma comunidade admirável em muitos aspectos. Jesus elogia seu amor, sua fé, seu serviço e sua perseverança. Era uma igreja que não havia parado de servir.
Mas, apesar de tantas virtudes, a igreja tolerava o erro e, pouco a pouco, corria o risco de perder sua identidade.
Por isso, Cristo se apresenta como o Filho de Deus, aquele que tem olhos como chama de fogo e pés semelhantes ao bronze polido. Seus olhos veem além das aparências e conhecem profundamente o coração humano. Ele vê as verdadeiras intenções e as manipulações do nosso coração. Nada está escondido diante dele.

John Stott afirmou que a santidade é a marca distintiva do povo de Deus. Deus não nos chamou apenas para trabalhar para ele, mas para pertencermos a ele. A mensagem de Tiatira nos lembra que uma igreja pode crescer em serviço e, ao mesmo tempo, tornar-se descuidada em sua santidade.

Ryle observou: A santidade é o hábito de viver perto de Deus e de buscar agradá-lo em todas as áreas da vida.

Cristo chama sua igreja ao arrependimento e à perseverança. Seu convite não é pesado, mas gracioso: “Conservem o que vocês têm, até que eu venha”. O Senhor sustenta aqueles que permanecem fiéis.

Em um tempo em que o pecado é frequentemente tratado com indiferença, a mensagem de Tiatira nos recorda que a santidade não é um fardo, mas um privilégio. Porque fomos amados por Cristo, somos chamados a viver para a sua glória, pois esse é “o fim principal do homem”. (BCW. Perg. 1)

Sem. Ronelx Aguilar Villavicencio.