“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá.” (João 11.25)
Queridos irmãos, há um poder diante do qual toda força se curva: o poder do nosso Senhor Jesus Cristo sobre a morte. Desde a entrada do pecado no mundo, a morte reinou como inimiga absoluta. Nenhum rei, nenhum sábio, nenhum herói pôde vencê‑la. Mas quando o Filho de Deus desceu e assumiu a nossa carne, confrontou a morte em seu próprio terreno e triunfou.
Em Marcos 5, quando Jesus toma pela mão a filha de Jairo e ordena: “Talita cumi”, Ele demonstra que sua voz é soberana até sobre o túmulo. O corpo que jazia frio responde com vida. Essa é a autoridade divina que restaura o que o pecado destruiu. O mesmo poder que levantou aquela menina é o que salva e transforma todo aquele que crê.
Na ressurreição de Lázaro (João 11), Cristo mostra que não apenas tem poder para curar, mas que Ele é a própria vida. A fé em Cristo não é um abrigo apenas contra a dor presente, mas uma esperança segura além da sepultura.
E o apóstolo Paulo proclama triunfante em 1 Coríntios 15: “Tragada foi a morte pela vitória.” A morte ainda existe, mas foi desarmada. Para o crente, ela não é mais punição, mas passagem da fraqueza para a glória, do tempo para a eternidade.
Vivemos em um tempo amedrontado pela finitude. Mas o cristão não teme, pois pertence Àquele que reina sobre a morte. Se Cristo venceu, nós também venceremos. Essa certeza sustenta o coração em meio à dor da perda e renova em nós a esperança viva. Portanto, ao olharmos para a cruz e o túmulo vazio, proclamemos com gratidão: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo!”
Não há nada maior do que Deus que possa impedir você de ser vitorioso. Satanás foi esmagado pela morte e ressurreição do Senhor Jesus; o pecado foi pago na cruz; e a morte foi vencida no terceiro dia. Por meio de Jesus Cristo, você se tornou filho de Deus. Nada, nem ninguém, pode alterar sua identidade de filho amado do Senhor.
Ao mesmo tempo, essa mensagem que traz paz e ânimo ao coração, também deve gerar em nós um senso de responsabilidade: devemos compartilhá-la com outros. Há muitos que vivem perdidos e sem identidade. Você pode e deve ser um instrumento poderoso nas mãos de Deus para anunciar que Jesus é o Senhor sobre a vida e sobre a morte.
Por: Rev. Orlando Coutinho.