Pastorais

O Lugar da Disciplina

“Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão. Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” Provérbios 3.11,12.

A filosofia de vida da maioria das pessoas na sociedade na qual vivemos é o hedonismo, infelizmente grande parte das pessoas que frequentam nossas igrejas, com uma forma de cristianismo ritualístico, também pautam suas vidas simplesmente tendo a satisfação dos prazeres como objetivo maior da vida. Assim falar acerca de “disciplina” hoje em dia não é tarefa fácil, pois a cada dia que passa, os bons valores morais, éticos e bíblicos, são colocados em jogo a ponto de serem questionados, e até mesmo desconsiderados por muitos.

Vivemos num meio eclesiástico, onde o evangelho, ao invés de ser Teocêntrico, tem sido antropocêntrico, pois o homem e os seus anseios pessoais são por demais exaltados. Vivemos em um mundo onde, desmedidamente, a grande “liberalidade” carnal tem sido exaltada, e o pior, é que essa liberalidade tem encontrado espaço nas igrejas evangélicas. Com isso, o pecado tem sido tolerado a ponto de ser considerado por muitos líderes como algo “normal”.

A não existência do exercício da disciplina causa muitos males à comunidade Cristã. Sem disciplina todas as atividades da igreja são profanadas e os que vivem no pecado cada dia mais se afundam nele. Por isso, nossa proposta nas próximas pastorais é abordar a Disciplina como marca que identifica e distingue a verdadeira Igreja.

Começaremos a primeira pastoral, definindo as Marcas da Verdadeira Igreja e situando a disciplina entre elas. Na segunda pastoral, como fruto de nossa pesquisa faremos a definição da Palavra e daquilo que para nós é Disciplina. Na pastoral seqüencial, abordaremos com objetividade, o que a Bíblia no Antigo e Novo Testamento, fala acerca da Disciplina no meio do povo da Aliança. Depois veremos porque é necessário aplicarmos Disciplina na Igreja, em seguida estudaremos quais são os propósitos da aplicação da Disciplina e após isto observaremos quais os passos que a Palavra de Deus exige que apliquemos no processo da Disciplina. Depois disto concluiremos nossas pastorais, com o objetivo de trazer alguma contribuição, nesse estudo ora iniciado e demonstrar aos seus leitores o que a Bíblia exige de nós acerca da Disciplina, para que a apliquemos, pela honra do Senhor, pelo bem da Igreja e para a restauração do faltoso. Que Deus nos ajude em mais essa tarefa.

Nele, sempre Nele e somente Nele!

Rev. Rosther Guimarães

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Segredos para a nossa vitória

Certamente vivemos nestes dias, um momento de verdadeira alegria! Não obstante, a vida não é composta somente de momento festivos, mas, também, nos defrontamos com árduas batalhas. No texto acima, citado, Moisés juntamente com o povo de Israel, depois da fuga do Egito, se deparam com uma grande batalha com os descendentes de Amaleque. Esta batalha é muito importante, pois aqui alguns descendentes dos homens resolvem perseguir o povo de Deus. Todos sabemos que o Senhor dá vitória ao seu povo. Contudo, nesta icônica batalha nós podemos perceber alguns segredos para que sejamos vitoriosos nas nossas batalhas da vida cristã.

Primeiramente, aprendemos com este texto, que para sermos vitoriosos, temos que LUTAR. Moisés, no verso 9, ordena ao seu general Josué, para que este escolha os homens para a peleja contra os Amalequitas e o verso 10 diz que Josué fez tal como Moisés lhes dissera. Há muito ensino para nós aqui, pois muitas vezes influenciados por uma atitude mística, nos momentos de dificuldade os cristãos se entregam á inércia e não atuam segundo as suas responsabilidades.

Sabemos que tudo o que o homem plantar ele vai colher e quem planta nada , nada vai colher. Portanto, amados irmãos, desembainhemos nossas espadas, empunhemos nossos escudos, vistamos a armadura e estejamos dispostos para a batalha! O texto continua a doutrinar-nos para que aprendamos outro segredo da vitória e este segredo é a ORAÇÃO. Moisés sobe ao monte e levanta as mãos; o judeu do A.T. ora com as mãos levantadas e com os olhos abertos.

Quando Moisés permanece com as mãos alçadas o povo prevalece e quando suas mãos declinam o povo de Deus fica em desvantagem. Este texto nos ensina acerca da necessidade de perseverança na oração, se queremos vencer na vida cristã. A vida do crente é espiritual. Portanto, devemos humilhar-nos diante do nosso Deus, esperando sempre que o Deus que responde a oração nos dará a vitória, conforme a sua soberana vontade. Prosseguindo no seu objetivo, o texto sagrado nos instrui, mostrando-nos outro segredo para a nossa vitória, o APOIO. A palavra diz que quando Moisés se debilita, Aarão e Huro o sentam em uma pedra, sustentam as suas mãos e quando tal sucede o verso 13 informa que Josué desbarata os Amalequitas. Aqui há manancial para nossa alma, o texto mostra que até os melhores homens, quando se sentem solitários, podem desanimar na batalha. Então, é de suma importância que nos apoiemos uns aos outros, que lutemos ombro a ombro na vida cristã, que sejamos uma comunidade de pastoreio mútuo, que você seja responsável pelos irmãos e que os irmãos sejam responsáveis por você.

Que Deus permita que sejamos uma comunidade de pastoreio mútuo! Contudo irmãos, é mister entender o último segredo da vitória, que é dar Glória a Deus. Moisés depois da vitória edifica um atar e o chama de “o Senhor é minha Bandeira”. Nos dias antigos, cada exército quando ia a batalha, empenhava a sua bandeira. Moisés diz que a bandeira do povo de Deus é o próprio Deus do pacto e essa bandeira em contraste com as outras sempre nos dá vitória. Moisés da a glória da conquista a Deus. Assim, nós aprendemos, que todas as vezes que alcançarmos êxito na obra de Deus, não é por mérito nosso, mas por pura graça. Portanto nunca se ensoberbeça! O dia das grandes conquistas, só vem pela misericórdia de Deus. Que nos dias em que o Senhor nos der grandes vitórias aqui na Igreja do Guará II, entoemos como nosso coro: Toda glória seja dada a Deus. Que Deus faça da nossa Igreja: Uma Igreja Cheia de Vida! Que Deus nos dê grandes vitórias juntos, aqui na nossa IPGII! E quando isso acontecer, digamos como os reformadores: Soli Deo Gloria! Em Cristo, o Rei da glória, Amém!

Rev. Rosther Guimarães

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Reconheça a Soberania de Deus

“Ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a Deus disseram: Tu, Soberano Senhor, que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há; que disseste por intermédio do Espírito Santo, por boca de Davi, nosso pai teu servo: P or que se enfureceram os gentios e os povos imaginaram cousas vãs? Levantaram-se os reis da terra, e as autoridades ajuntaram-se à uma contra o seu Ungido; porque verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel, para fazerem tudo o que a tua mão e o teu propósito predeterminaram” Atos 4. 24-28.

A Característica inicial da Oração dos Perseguidos é reconhecer a soberania de Deus. Eles começam a oração invocando o Senhor com o termo “Soberano” que indica o domínio de Deus sobre tudo o que há, sobre tudo o que acontece e existe. Primeiramente eles reconhecem a soberania de Deus como o Criador, as expressões, fizeste a terra, o céu, o mar e tudo o que neles há, indicam que podemos ver a soberania de Deus como Criador de tudo o que existe na natureza, não somente como Criador, mas também como Sustentador de tudo o que existe. Nada no universo é desconhecido para o Senhor, Ele é soberano Criador e Controlador de sua criação. Depois em sua oração os discípulos começam a reconhecer a soberania de Deus no cumprimento de sua Palavra. Eles rememoram a palavra falada pelo Espírito, por intermédio de Davi que está registrada no Salmo 2:1,2, se referindo à perseguição deflagrada pelos gentios contra Jesus, o Ungido do Senhor. Assim em sua oração reconhecem o cumprimento da Palavra do Senhor, porque homens como Pilatos, Herodes, os gentios(romanos) e gente de Israel se levantaram para perseguir o Senhor Jesus, desta forma fizeram e continuavam fazendo quando perseguiam a Igreja do Senhor. Os discípulos ainda reconhecem a soberania do Senhor no cumprimento dos seus decretos, quando utilizam a expressão, tudo o que a tua mão e o teu propósito predeterminaram. Ao dizer isto eles afirmam que a perseguição ao Senhor Jesus e agora à sua Igreja é cumprimento dos decretos de Deus, estão afirmando que a sua história está na mão do Senhor e nada vai fugir aos seus planos. Existe um outro homem na Bíblia que reconhece a soberania de Deus na sua vida, é claro que ele estava em um contexto diferente, este homem é Jó. Jó foi grandemente provado por Deus, seus amigos que possuíam uma teologia errada afirmavam que Jó estava em pecado, por isso sofria tanto. Depois da provação, depois de encontrar-se com o Senhor, Deus lhe mostra o quanto o Senhor é poderoso e Jó não era nada, Jó reconhece a soberania de Deus, em Jó 42:2, quando afirma que Deus pode fazer tudo o que quer e nenhum, dos seus planos, decretos podem frustrar-se. Jó reconhece a soberania de Deus, afirmando que o Senhor poderia lhe fazer sofrer, provando-o, para cumprir os seus decretos e ninguém poderia frustrar este ato de Deus, por que Ele é o Todo-Poderoso. Da mesma forma em nossa vida não só no caso da perseguição por causa de Jesus, mas especialmente por causa dela, temos que reconhecer a soberania do Senhor, como o Criador do Universo, que domina todo o mundo. Quando somos perseguidos por causa do Senhor temos que reconhecer sua soberania no cumprimento de sua Palavra, pois ela diz em 2 Timóteo 3:12, que todos aqueles que querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. Quando alguém se levantar contra nós porque somos povo de Deus e vivemos como tal, não esmoreçamos, pelo contrário reconheçamos a Soberania do Senhor e descansemos por saber que nada foge ao domínio de nosso Deus, pois Ele quer o melhor para nós, mesmo que não entendamos as situações.
No momento da crise, da dor, da perseguição reconheça que o Senhor é Soberano, o nosso Deus está no controle de tudo!

Rev. Rosther Guimarães

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Visão IPGII 2008

Você ainda não conhece a visão da IPGII para o ano de 2008?

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